13/09/2017

A corrupção generalizou no ápice.


‘Só resta aos investigados atacar os investigadores’, diz procurador-geral
Segundo Janot, quando se enfrenta a corrupção, ‘pernas tremem’.

As frase acima citadas no Jornal nacional, uma verdade escancarada.

OAB suspende registro, e ex-procurador Marcelo Miller fica impedido de advogar. É impossível de imaginar Miller simplesmente deixar suas atividades e de bandeja prestar serviços para quem é apenas um operador.

Quando em dado momento os dois operadores, passam  acreditar na possibilidade de ser superiores as cabeças articuladoras.

Exatamente o que aconteceu, Miller nada mais era um operador da Justiça, ele mais tantos outros eram responsáveis  em fazer a parte pesada, redigir os diversos documentos processuais, que consiste de laudas e mais laudas, dos processos do Supremo, seguindo estritamente as linhas de defesas e acusações, expondo as investigações, e todas alegações de juízes e dos investigados.

Com trânsito livre em todos os canais.Sabia tudo e de todos, os meandros e artimanhas, conhecia as válvulas de escape, as portas de saídas, e onde estava as fechaduras.

Ao conhecer a ilicitude que avançou sobre o supremo, os valores tratados, o salário e as vantagens, se tornaram irrisórias, tanto quanto são irrisórias os polpudos salários dos juízes do supremo, e estes dão ombros, e se brigam cada dia por mais, é no intuito de fazer fumaça para esconder os reais valores recebidos pela ilicitude.

Miller poderia em algum tempo, ser uma das cabeças do Supremo, da mesma forma Joesley, poderia um dia postular o cargo de seu chefe.

Mas ambos, meteram os pés pelas mãos, acreditando que eram mais do que não eram. Quando são apenas uma pedra descartável da engrenagem, de um grande sistema, com seus Geddeis, Eilkeis, Cabrais, e podemos colocar na conta até das Dilmas, e Temers.

A corrupção tomou conta de forma imensurável do país, as instituições foram tomadas de assalto, implodiram os meios legais, a produção se tornou capenga, e produtividade tacanha, pois o modus operandi, sistematizou, a iniciativa privada sente na alma as dificuldades, quer com a insegurança nas ruas, ou quanto dentro de seus meios produtivos, pois a corrupção no alto escalão, minou a moral da sociedade, com drogas, ou com os desarranjos sociais.

Neste balbúrdia de corrupção instalada, a sociedade decente, tem hoje apenas uma ilha de moralidade, que se chama Lava Jato em Curitiba.

Fora este núcleo, qualquer outra Lava Jato que se instale pelos meios já contaminados, é uma linha paralela, da pior qualidade, que poderá ser apenas mais uma fonte de corrupção.

Hoje Lula, o grande chefe, desta estrutura depõe em Curitiba, a cabeça de muitos tentáculos, e pôr um fim neste sistema, começa exatamente em pará-lo.

Do alto do Supremo Janot então diz, quando se enfrenta a corrupção, ‘pernas tremem’.

Mais que vê-las  tremer é preciso cortá-las.

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