Existe
é claro algum procedimento na justiça, determinados prazos com a finalidade de
não se cometer injustiças. Louvável.
Outros
não deveriam seguir a mesma linha apenas por costumes. Algumas determinações
não envolvem sentimentos, emoções, provas, e coisas do tipo. É uma questão de
cumprir as leis e os parâmetros estabelecidos ou não.
Ao
levar em consideração as práticas usuais e os tempos da justiça, o Estado de
juiz passa a fazer parte destas ações, e o que era somente um caso de avaliar as
razões técnicas da lei, o Estado este ser não humanizado, cria situações de
emoções e sentimentos que antes não existia. Torna-se um vetor de complexidade
em qualquer ação, interferindo de forma cruel, alterando as características
necessárias para que as decisões sejam tomadas com isenção, e uma ação não terá
o fim esperado.
Agir de forma a interferi no resultado das ações não é justiça.
E o tempo usado para não cometer erros, se torna um crime.
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