Tudo começa com aprovação de obras superfaturadas, cabe às empresas montar a organização do caixa propina, a ser retornado para os políticos que aprovaram os projetos.
Por maior que seja o sobre preço, eles sempre querem mais, neste momento entra novamente os sistemas de injetar mais dinheiro, caso não seja aprovado, as obras começam a perder qualidade, para se reduzir custos, e sobrar mais. Não importa se passarelas caem, viadutos caem, se obras não terminam.
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| Quando o projeto é apenas promover recursos |
Aprovado mais dinheiro o sistema de propina se repete, e observando o que temos visto, o sistema de mais aprovação tende a ir para o infinito.
Diferentemente de empresas do governo, as joias do Estado, neste quesito os políticos babam, tanto que a disputa para ter acesso a elas é frenético, tanto na questão da disponibilidade de cargos, quanto nos desvios. Sim, há os cargo que são um presente, e outros cargos, que proporciona os presente a todos que os indicaram.
Quem foi indicado para promover os presentes, será responsável para dilapidar o patrimônio público, das mais diversas formas, tanto que a Lava Jato está dando nome aos diversos atores que atuavam na Petrobras, e nos perdemos nos mais diversos nomes.
Que aliás até agora estamos vendo falar superfaturamento, mas desvios nos valores produzidos nada, talvez não haja mesmo, os valores comercializados são contabilizados, e provavelmente auditados.
Quanto as obras paradas, inacabadas, ninguém tem moral para cobrar os responsáveis pelas obras. E como se diz no popular, se for fazer um BO, fica preso.
Assim a única chance, é se o Supremo não esteja na agenda dos sistemas, caso contrário, a única saída é o aeroporto.

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