08/02/2017

Financiamento de campanha é uma coisa

Odebrecht uma das empresas do mega
esquema criminoso de corrupção.
Desde há muito se sabe que há financiamentos de campanhas por parte das empresas, e isto sempre foi e será saudável. As empesas em geral apostam nas campanhas que de alguma forma apoiam os projetos de interesse da empresa.

Da mesma forma que alguém vota, em determinado candidato, porque vai trazer escolas para o bairro, ou está focado em desenvolvimento específico para a cidade ou região.

O cidadão eleitor, pode colaborar com trabalhos voluntários, ou até com algum pequeno valor numerário, isto quando há algum tipo de engajamento, ou com um forte esclarecimento político.

Os valores dos cidadãos, levando em conta as respectivas proporções, as vezes são até mais portentosas que das próprias empresas, uma vez que o cidadão, quando presta serviços, utiliza o seu precioso em favor do partido ou candidato, e quando em doação, por menor que seja, ao fazer uma proporção, doação e disponibilidade de reservada, muitas vezes perceberemos, não existe reserva, e as doações, podem até a comprometer as necessidades diárias.

E as empresas quando colaboram, sim, tem orçamentos específicos, para trabalhar de acordo com seus interesses, e que são concomitantes, com os interesses dos funcionários, da região e da cidade, uma vez que a empresa busca alguém permitirá que a empresa continue a crescer e gerar empregos de qualidade, portanto produzir progresso. Uma situação saudável que interessa a todos.

A era criminosa

Até que, veio uma grande onda, um tsunami, e o que era natural, se tornou uma corrupção avassaladora. O financiamento de campanha deixou de ser uma forma saudável da capacidade de produzir políticos com capacidades argumentativas, focados em novos desenvolvimentos, para se tornarem criminosos.

Ao invés buscarem recursos para se financiarem, passam a trazer recursos do Estado para serem lavados, e distribuído em forma de financiamento de campanha, "ou não".

As grandes empresas se tornaram lavanderias.

O Estado injeta bilhões, as empresas fazem de conta que produzem obras que são superfaturadas, e com aprovação de todos que deveria fiscalizar, pois quem deveria fiscalizar é que está trazendo o dinheiro. Ou seja, quanto mais superfaturado, mais vai sobrar para se dividir.

Por isto as obras, não acabam nunca, e sempre precisam de aditivos. Primeiro que é mais fácil fazer aditivos, que criar novos projetos. E como a ganancia é muito grande, o aditivo, é o melhor caminho.

E ninguém estranha uma obra, orçada em 2 bilhões, depois virar, 4, vira 6, subir para 8, mais um pouco ir para 10, depois se aprova mais 2 bilhões vai para 12, aprova mais um pouco vai para 15, depois vai para 19 bilhões. Opa era de 2 dois em 2, agora é de 4 bilhões. Sim antes tínhamos saído de 2 bilhões de custo inicial, ia dar muito na cara subir 4 bilhões. Explicação técnica, definida, novos aditivos de 4 bilhões e obra vai para 23 bilhões.

Parece enrolação tantos aditivos em paragrafo só. Sim, parece. Só que ninguém percebe que parece corrupção uma coisa desta numa obra.

Agora, uma obra que era para custar 2 bilhões, e passa a custar 23 bilhões, com tantas pessoas envolvidas, realmente, é necessário um departamento da propina.

E isto não se pode chamar de financiamento de campanha. É tudo, menos financiamento de campanha. No jeitão da coisa, o que percebemos é uma organização criminosa, organizada para assaltar os cofres públicos.

E com muito dinheiro para financiar, somente quem esteja dentro desta ideologia criminosa.
A sociedade, que um dia acredito que as obras trariam benefícios, agora percebe o crime maior. Este tipo de atividade, reduz a capacidade de produzir empregos, porque os valores das obras são apenas ficcionais na atividade declarada, tudo vai para algum lugar, só não vai para as obras.

Senão vai para obras, não gera trabalho, não gera consumo, não gera desenvolvimento. Não foram as obras das olimpíadas, da copa do mundo, a qualquer outra coisa, que não produziram os empregos esperados, foi o desvio absurdo, que zerou o país.

O dinheiro corrupção, fortaleceu a sede de poder, e criou a maior seleção de partidos, ferramentas de corrupção. O PT nestes últimos anos liderou e administrou todo o sistema, aponto de seu líder dizer quando encontrava alguma relutância que as instituições estavam se acovardando.

É preciso coragem, muita coragem para encarar este sistema corruptivo instalado.

Estancar está sangria de corrupção de financiamento do dinheiro público, com políticos viciados no sistema, é o maior desafio. O dinheiro da corrupção, é exatamente a falta de todos os serviços públicos, e agora chegamos ao absurdo, de faltar dinheiro para o pagamento de salários dos funcionários públicos. E a corrupção é a grande responsável, por ter desviado o dinheiro, e não possibilitou a criação de novos empreendimentos. Repetitivo? Repetitivo é corrupção.

O momento é de acelerar as ações, antes que acabem com o Brasil, afinal financiamento de campanha é uma coisa, organização criminosa é outra.

Abreu e Lima de 2,4 milhões de dólares, já está em 66,5 milhões de dólares

Hoje a Refinaria Abreu e Lima, trabalha de forma parcial, com capacidade de produzir 100 mil barris de petróleo/dia.

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