04/04/2016

O impeachment da Dilma no New York Times


“Com Dilma Rousseff enfrentando com esforço o impeachment, aqui estão os detalhes dos passos que devem ser tomadas para remover um presidente no Brasil.
Dilma é acusado de violar leis fiscais, utilizando recursos de bancos estatais para cobrir déficits orçamentários. Seus adversários afirmam esta estratégia erodido a confiança entre os investidores, elevando os custos de empréstimos do governo e desconsiderando medidas destinadas a evitar um retorno da inflação alta.
Apoiadores do presidente, afirmam que Dilma foi procurando manter projetos de combate à pobreza e outros projetos populares, e que impeachment é motivado sobre a questão é política, porque os antecessores de Dilma realizaram políticas semelhantes. ”

É certo que as pessoas que são a favor de Dilma estarão atentas ao último parágrafo, enquanto que os contra, mostraram que a o New York Times noticiou as pedaladas.

Mas no frigir dos ovos, o que importa é o que os investidores compreendem, e neste momento eles percebem que: “administração de Dilma Rousseff, violou as leis fiscais, sem capacidade de administrar um orçamento, com o foco única e exclusivamente nas questões sociais, como se cuidasse de uma casa de assistência social, mantida pela comunidade.

Esqueceu completamente do país, e mais ainda, com os resultados apresentado pelo combate a corrupção, foi mais dinheiro para os respectivos partidos financiarem suas eleições e enriquecimento ilícito, do que propriamente para social dos pobres.

Ou será que quando ela fala programa social, é os coitados dos pobres dos respectivos partidos, que precisam de verbas bilionárias para suas campanhas.

O New York Times cita ainda Eduardo Cunha e todos os trabalho envolvido no processo do mensalão, a questão da delação do Delcídio do Amaral e também Luiz Inácio Lula da Silva, promovendo assim material suficiente para que os investidores avaliem os riscos dos investimentos no Brasil. Apesar de uma natureza ser privilegiada, alta administração do país é catastrófica.

Fontes
New York Times
Estadão

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