01/04/2016

Em um tempo remoto

Um forasteiro chegou em pequeno vilarejo, distante de tudo que se pudesse imaginar.

A cidade parecia muito tranquila e pacata, sem muros, sem cercas.

Aqui e acola podia se ver as pessoas andando e conversando tranquilamente, enquanto as crianças brincavam e corriam sem nenhuma sombra de preocupação.

Portas das casas abertas, janela com vidraças, sem grades de proteção.

Até que alguém veio de encontro a ele, e perguntou se poderia ajuda-lo em alguma coisa.

O forasteiro agradeceu a gentileza, e se aproveitou da oportunidade, pergunto pela pessoa com quem deveria encontrar na cidade.

O sujeito muito prestativo, informou com todos os detalhes como deveria fazer para chegar até a respectiva residência.

Aproveitando da boa vontade, fez um breve comentário com sentido indagação:

- Aqui nesta cidade me parece que as pessoas são todas muito boas e honestas?

- Sim, aqui são todos bons e honestos, os ruins e ladrões que aparecem a gente mata.

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