Em tese as questões que definem alguém para ser ministro, deixa a situação atual muito complicada.
Quando se convoca alguém para ser ministro da educação, subentende-se que os quesitos educacionais e as respectivas necessidades. E desta forma todos os outros ministérios.
Quando você coloca alguém que está sendo investigado pela polícia federal, e pesa sob ele uma grande desconfiança da sociedade, que não o deseja, nem que fosse um boneco inflável de ouro, e diz que ele está preparado, conhece, tem afinidade com as necessidades de todos os parlamentares, o governo está definindo todos os políticos no mínimo como indivíduos que devem ser investigados pela PF.
E se tratando das questão da imunidade parlamentar, definitivamente fica claro, o resgate de um aparelho clandestino para fuga da justiça, disfarçado e no centro do poder. Apesar de que para alguns isto tenha um ar de romantismo.

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