20/01/2012

O Brasil tem muito que fazer.


O Brasil está em pleno desenvolvimento. Se há muito o que fazer como dizem alguns, isto não é motivo para se menosprezar, o por fazer significa oportunidades de investimentos e empregos.

Hoje temos as metas principais não apenas traçadas, elas são realidades. Quer nas estradas, escolas, empresas, e até mesmo no sistema de organização política.

Não somos mais o pais do futuro, somos presentes, com um futuro ainda melhor, sempre dentro de uma perfeita integração, que deve se estender cada dia mais.

Aos que clamam por melhores condições, nos mais variados setores, chamo atenção que estamos cobrando melhores condições e resultados, está cobrança existe pelo simples fatos de das estruturas estarem ai, caso contrario estaríamos pedindo para que fossem instalados.

A construção de tudo que até agora, foi com intuito de estabelecer uma grande estrutura para um país com características continental.

De agora em diante, não mais se permite o improviso, provisório, como se diz comumente o “meia boca”. A qualidade deve ser cada vez o objetivo a ser alcançado. Quer sejam pelos sistemas de leis estabelecidos, respeitos aos direitos do consumidor, e as mudanças climáticas e a consciência ecológica, e todos estes fatores todos os brasileiros tem plena consciência.

Estabelecer fiscalização nos projetos continua ser importante, no entanto organismos como ABNT, que estabelecem diversas regras e procedimentos, estão aptos a fornecer informações, que podem perfeitamente nortear as garantias dos serviços executados e responsabilizar as partes de acordo prazos determinados.
Não é mais admissível por exemplos, o estados e municípios contratarem empresas para construção de estradas, e que as vezes antes mesmo de sua inauguração já apresentam buracos.

Segundo as normas, é possível determinar prazos, levando em consideração, peso, movimento, condições climáticas e tantos outros fatores com conhecidos de todos da engenharia.

Alegação de encarecimento de custo é uma conversa que não pode ser argumento. Quando se contra uma obra é para ser bem construída, a responsabilidade pelo tempo de vida útil deve fazer parte do contrato, e até mesmo nas placas de inauguração, para que todos tenham ciência da responsabilidade assumida. Uma obra não pode ser política, com duração de no máximo de quatro anos. E se alguém alegar que faz porcaria por causa da concorrência, é uma deslavada mentira, pois os parâmetros valem para todos, os seja os custos de construção são iguais, o que faz a diferença é a competência e a logística.

É certo que as empresas trabalham pelo lucro, mas ao fazer obras sem qualidade, que ficam com ônus são os contratantes, e na verdade quem paga a conta é o povo.

O Brasil neste momento, não pode se dar o luxo de fazer mal feito, pois há muito o que fazer.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Os comentários não representam a opinião do blog; a responsabilidade é do autor da mensagem.

O Blog não fiscalizará o conteúdo publicado, porém o blog poderá, a qualquer tempo e a seu critério, deixar de exibir.